Estudo desenvolvido na Perfformance atesta os benefícios dos exercícios de estabilização da coluna

Cortesia Andressa Mesquita

Cortesia Andressa Mesquita

Todo mundo sabe que praticar exercícios faz bem à saúde e a esta altura todo mundo também deveria saber que, executada de maneira errada e com exagero, a mesma atividade física  que é capaz de produzir bem-estar e surtos de orgulho na frente do espelho pode deixar seqüelas desagradáveis, que vão de simples músculos doloridos a lesões graves.

 

 A fisioterapeuta e professora de educação física Fabióla Gomes realizou uma pesquisa entre 40 alunas da Academia Perfformance sobre os benefícios dos exercícios de estabilização segmentar da lombar nas mulheres que praticam atividades físicas.Neste estudo Fabiola sugere que o grupo de mulheres que praticaram atividade física aliada a exercícios de estabilização da coluna pode desenvolver melhor a capacidade física e diminuição das dores na região lombar.

 

Segundo Fabiola a visão do treinamento físico antigamente era mais fragmentada, trabalhavam-se os músculos de maneira separada. Hoje, devido uma série de pesquisas, o treinamento moderno trabalha o corpo em cima de uma visão global. O importante é exercitar a estabilidade da coluna e a consciência corporal assim evita-se uma série de lesões que acometem os alunos nas salas de musculação.

 

No manual da nova malhação o primeiro passo é aprender a respirar já que o primeiro impulso que o cérebro manda durante qualquer movimento é para o a musculatura central e a medida que a pessoa respira corretamente ela utilizará  toda esta musculatura, que inclui os músculos respiratórios, os músculos vertebrais e músculos da pélvis. E assim cria-se uma estabilidade maior para a musculatura distal, ou seja braços e pernas.  Evitando uma série de lesões, como por exemplo, as dores lombares, dores no ombro e agravamento de desvios da coluna.

 

Mas nas mulheres além das lesões musculares a prática incorreta do exercício físico pode acarretar também em incontinência urinária.Estudos comprovam que mulheres fisicamente ativas apresentam com mais freqüência a incontinência urinária de esforço. As pesquisas demonstram  ainda que os exercícios que exigem muito esforço físico e demandam alto impacto podem ocasionar aumento excessivo na pressão intra-abdominal. Esse aumento na região abdominal pode sobrecarregar os órgãos pélvicos, empurrando-os para baixo, ocasionando danos aos músculos responsáveis pelo suporte desses órgãos. Nesse sentido, o exercício torna-se um fator de risco para o desenvolvimento da incontinência urinária na mulher, principalmente naquelas que não apresentam históricos de partos e gestações

 

E de que forma o profissional de educação física pode contribuir com essas mulheres, proporcionando uma atividade física mais segura e confortável. Treinadores e técnicos devem encorajar as mulheres, atletas ou não, a realizarem a contração do períneo durante suas atividades regulares, pois, sem orientação, é improvável que elas pensem a respeito dessa contração voluntariamente. As atletas devem ser ensinadas a realizarem uma pré-contração ou uma contração simultânea dessa musculatura durante a realização do exercício ou esporte de alto impacto.

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