Correr não envelhece, segundo estudo.

Um estudo que está sendo realizado pela Unifesp, pelo Instituto Dante Pazzanese e Instituto Paulista de Medicina Preventiva tenta acabar com essa polêmica. Os especialistas, nessa fase da pesquisa, avaliaram o desempenho de corredores e chegaram à conclusão de que, durante a malhação, a produção de radicais livres, substâncias que podem oxidar as células, é realmente maior do que em quem não pratica uma atividade física intensa. Mas, por outro lado, eles produzem mais substâncias antioxidantes em repouso. Portanto, há uma compensação. “A explicação é simples: parte do oxigênio que inspiramos vira radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento. Durante um exercício intenso, respiramos mais e, consequentemente, a produção de radicais livres aumenta. Só que o organismo acaba equilibrando isso durante a recuperação -, explica Mauro Vaisberg, médico do Hospital Samaritano e especialista em medicina esportiva da Unifesp. E tem mais: quando a gente corre, normalmente segue uma dieta balanceada, com frutas, verduras e legumes, alimentos ricos em antioxidantes – o que ajuda ainda mais a reverter o prejuízo.

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