Substituir refeições por shakes não ajuda adolescentes a emagrecer, diz pesquisa

dezembro 21, 2010

Adolescentes que substituem as refeições por shakes e entradas industrializadas podem até emagrecer nos primeiros meses da dieta, mas a perda de peso não é mantida depois de um ano, segundo uma pesquisa publicada no periódico “Obesity”.

Os pesquisadores do Children’s Hospital da Filadélfia (EUA) dividiram 113 adolescentes obesos e suas famílias em três grupos e os submeteram a uma das dietas propostas durante um ano.

Um dos grupos seguiu um regime de baixa caloria considerado padrão, com 1.300 a 1.500 calorias por dia. No outro, os participantes substituíram as refeições por três doses diárias de shakes, uma entrada industrializada (uma barra de cereal, por exemplo) e cinco porções de frutas e legumes durante quatro meses e, nos oito meses seguintes, seguiram uma dieta de baixa caloria. O terceiro grupo fez as substituições durante um ano inteiro.

Depois de quatro meses, os integrantes dos grupos que fizeram as substituições tinham reduzido seu IMC (índice de massa corpórea) em 6,3%, em comparação à perda de 3,8% dos adolescentes da dieta padrão.

Mas, após um ano, não houve diferença estatística significativa da perda de peso entre os três grupos. A redução do IMC do grupo que fez a dieta de baixa caloria foi de 2,8%, nos participantes que fizeram a substituição e a dieta, 3,9%, e no grupo que fez apenas a substituição, 3,4%.

Fonte: Folha Equilíbrio e Saúde

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Novos aparelhos exclusivos na avaliação física

dezembro 6, 2010

O Clube Perfformance acaba de adquirir dois aparelhos de última geração, inéditos na Cidade, para o setor de avaliação física. O primeiro é o Ventilômetro Flowmet, um sistema de ergometria de 13 derivações que proporciona um ganho em tecnologia ao teste de esforço, pois possibilita verificar graficamente a cinética da ventilação pulmonar e principalmente o Limiar Ventilatório. Ideal para avaliação em atletas que competem em atividades aeróbicas como as maratonas de pequena, média e longas distâncias. O segundo equipamento é o Cicloergômetro BIOTEC 2100, uma bicicleta ergométrica com a finalidade de avaliar o esforço de curta duração e alta intensidade e também o índice de fadiga em praticantes de atividades físicas das mais diversas modalidades esportivas.


Exercícios físicos ajudam o cérebro a lidar melhor com o estresse

dezembro 6, 2010

As evidências sugerem que pessoas fisicamente ativas têm menores taxas de ansiedade e depressão do que pessoas sedentárias. Mas poucos trabalhos focaram em saber o porquê disso. Até o momento, os pesquisadores indicaram ser pouco provável que a causa seja a popular teoria do pico de endorfinas liberadas pelo exercício físico. O que se observou foi que outro neurotransmissor pouco conhecido, chamado norepinefrina (ou noradrenalina), que ajuda o cérebro a lidar com o estresse de forma mais efetiva.

Trabalhos com modelos animais, realizados desde a década de 1980, já haviam indicado que as concentrações de norepinefrina aumentavam em determinadas partes do cérebro após os exercícios, especialmente nas regiões que são ativadas durante o processo de estresse.

A norepinefrina é particularmente interessante para os pesquisadores, pois 50% do suprimento dessa substância para o cérebro é produzida em um único local, o coeruleus, estrutura que conecta as regiões do cérebro envolvidas nas respostas emocionais a uma situação (inclusive o estresse). A norepinefrina parece ser a responsável por modular a ação de outros neurotransmissores que são ativados durante a resposta neurológica ao estresse. E apesar de não se saber como a maioria dos antidepressivos funciona exatamente, a ação deles no aumento da norepinefrina já ficou clara.

Mas alguns psicólogos não acham que é somente uma questão do aumento da norepinefrina que está envolvido diretamente na estabilização do estresse e da ansiedade, e consequentemente na diminuição do risco de depressão. Em vez disso, sugerem, o exercício físico combate a depressão e a ansiedade, aumentando a habilidade do organismo a responder ao estresse.

Do ponto de vista biológico, os exercícios físicos dão ao corpo uma chance de praticar o combate ao estresse. A norepinefrina forçaria o sistema fisiológico – cada um deles envolvido de alguma forma na resposta ao estresse – a se comunicar melhor do que o normal, ou seja, o sistema cardiovascular se comunicaria mais rápido com o sistema renal, muscular e todos esses responderiam mais rapidamente ao sistema nervoso central e ao sistema nervoso simpático que organizariam respostas mais efetivas ao estresse, combatendo mais eficazmente todo o processo. E quanto mais sedentário o indivíduo, pior a comunicação entre todos os órgãos do corpo e pior o impacto do estresse no organismo.

Créditos: este material aparece originalmente em inglês como Exercise fuels the brain’s stress buffers. Copyright © 2010 da American Psychological Association (APA). Traduzido e reproduzido com permissão. A APA não é responsável pela exatidão desta tradução. Esta tradução não pode ser reproduzida ou, ainda, distribuída sem permissão prévia por escrito da APA.


Inaugurado Espaço Zen

novembro 18, 2010

Pioneira no segmento de fitness e bem estar no Brasil, o Clube Perfformance inaugurou o Espaço Zen. Projetado especialmente para a prática do Pilates pelo escritório de arquitetura Santos & Santos, o espaço conta com área de 120 m2, jardim de inverno e iluminação indireta. O novo espaço terá o dobro da capacidade, atendendo a oito alunos por turma e para manter a qualidade e o conforto os aparelhos também foram duplicados e as turmas vão contar com dois professores e um assistente.

 O novo espaço vai atender os alunos que estavam na fila de espera por horário, já que terá capacidade  para oito alunos por turma. Para manter a qualidade e o conforto, os aparelhos também foram duplicados e as turmas vão contar com dois professores e um assistente.

A professora Paula Bastos, educadora física e especialista em pilates é quem coordena o espaço.


Como exercitar o paladar

novembro 15, 2010

Por Rita Lobo

Quando pergunto qual o prato favorito de alguém, a resposta geralmente vem temperada com alguma lembrança. O bolo de chocolate que a avó fazia, a lasanha da casa da mãe e assim por diante. É na infância, ou mesmo antes, que o paladar começa a se formar. Há uma linha de pesquisadores que acredita na formação do paladar ainda no útero e que a alimentação materna teria influência direta antes mesmo do nascimento do bebê. Pode até ser.Mas isso não deveria ser justificativa para não experimentarmos novidades na vida adulta ­ ou, pior, para carregarmos uma série de preconceitos ligados aos sabores.

Durante minha infância, eu tinha pavor de doce de abóbora. Não sei se era moda ou falta de criatividade generalizada da família, mas ele parecia me perseguir.Na casa dos meus avós sempre tinha uma compoteira com o tal doce e um queijo branco para acompanhar. Depois de muitos anos, fui passar uns dias na fazenda de uma amiga e, logo no primeiro almoço, ela avisa, toda orgulhosa: “Rita, preparei pessoalmente esse doce de abóbora, é a especialidade da fazenda!” Bom, não tenho mais 7 anos, nem posso fazer uma desfeita dessas.

Minha vontade é apertar o nariz e gritar. Mas não dá, tenho que experimentar, fazer humm! e, se bobear, ainda tenho que aceitar “mais um bocadinho”. Mergulho a colher no doce, levanto lentamente até a boca, tento não pensar em nada e como de uma vez. Que estranho. É bom. Deve ser o nervoso.Mais uma vez e o sabor parece melhor ainda.Eu gosto de doce de abóbora! Eu adoro doce de abóbora e de brinde ainda ganho vívidas lembranças dos deliciosos almoços dominicais na casa da minha avó Rita.

Essa era uma das minhas últimas barreiras do paladar. Claro que existem pratos ou ingredientes de que eu realmente não gosto.Mas não por preconceito, medo de experimentar ou alguma má recordação. É por não me identificar mesmo. Confesso que acho um pouco triste adultos que teimam em restringir o paladar, limitando tudo o que comem ao que gostavam ou não na infância. Apesar de gostar do conforto do purê de batata ou do macarrão na manteiga, considero buscar novos sabores importante até para a saúde mental do ser humano. Assim como precisamos nos movimentar, caminhar, fazer ginástica, ioga ou seja o que for para exercitar o corpo, deveríamos experimentar novos ingredientes, novos pratos, novas cozinhas para exercitar o paladar. Lembre-se de que ele é um sentido potente e tem a capacidade de trazer impressões incríveis.

Para facilitar a vida, selecionei uma série de idéias para você ampliar os horizontes do céu da boca.Na cozinha de casa, no restaurante ou até na feira mais próxima. Bom apetite.

No restaurante
Se você não gosta de cozinhar, pode exercitar seu paladar no restaurante que está habituado a freqüentar. Uma vez por mês, em vez de pedir aquele prato de sempre, sem nem sequer dar uma olhada no cardápio, quebre o jejum da leitura e coma o menu com os olhos. Investigue as opções e tente algo que normalmente você não pediria.

Só não comece escolhendo pratos com ingredientes que você odeie. Quem não suporta berinjela não deve iniciar com babaganouch! O resultado seria idêntico ao do sedentário que decide virar maratonista e, no primeiro dia, em vez de uma boa caminhada, resolve correr como se estivesse na São Silvestre. É claro que não haverá o segundo dia de treinamento. Pegue leve. Em um ano, você terá experimentado 12 pratos diferentes e terá um paladar inúmeras vezes mais afiado.

Outra coisa: sempre que alguém falar muito bem de algum restaurante, anote na agenda.Você já percebeu como sempre que queremos ir a um lugar diferente dá um branco e acabamos indo no de sempre? Ir a lugares inusitados também ajuda a lapidar o paladar.

Na feira
Vá à feira pelo menos uma vez a cada dois meses ­ se quiser ir mais, fique à vontade.Experimente um pastel e, quando algum ingrediente chamar sua atenção, pergunte ao feirante o que é e qual o modo de preparo mais comum. Aliás, você pode tirar aprendizados bem interessantes dessa conversa. Feirantes costumam lidar com diversos tipos de alimentos e, normalmente, sabem como escolhê-los e como armazená-los. Pode ter certeza que de o bate-papo será animado.

Na cozinha
Bem, você chegou em casa com a cesta cheia desse novo ingrediente indicado pelo seu mais novo amigo, o feirante. Agora é hora de saber o que fará com a guloseima.Antes de inventar novas combinações de sabores, pesquise. Entre na internet e faça uma busca de receitas.Você provavelmente encontrará uma série delas que nunca havia notado enquanto buscava por sabores familiares.

Aproveite o clima de novidade e faça uma lista de especiarias que você não tem na dispensa por falta de hábito ou por não saber usar. Compre pelo menos três e deixe à mão, ao lado do fogão. Quando puder, faça novamente uma busca de receitas pela internet ou em livros especializados. Pesquise, pesquise, pesquise.

No mercado
Listas de compras pré-elaboradas são práticas, mas dificultam o exercício do paladar. Se suas idas ao supermercado forem semanais, na próxima semana, arrisque comprar ingredientes novos. Que tal trocar o purê de batata por um purê de mandioquinha com catupiry? Se você nunca leva feijão branco, experimente fazer uma salada com atum e raspas de limão.

Pesquise também ingredientes amplamente usados em outras culturas gastronômicas. Tahine, por exemplo. Se você for de origem árabe, provavelmente tem um pote na sua cozinha. Mas, se não for, talvez não saiba nem do que se trata. É uma pasta de gergelim divina que você já deve ter comido em algum restaurante libanês ­ homus e babaganouch, por exemplo, são preparados com tahine. Batatas ficam maravilhosas com tahine ­ assadas, como purê e até fritas!

Outro ingrediente que pode surpreender é a canela em pó.Aposto que você tem um vidrinho em casa e, possivelmente, só utiliza a canela para aromatizar doces. Em outras partes do mundo, porém, é comum usar a canela para perfumar pratos salgados, como arroz. No site de VIDA SIMPLES (www.revistavidasimples.com.br), eu deixei uma receitinha rápida de arroz integral com carne moída, que serve de acompanhamento para carnes brancas e vermelhas e é um ótimo ponto de partida para começar a explorar outros usos da canela e exercitar seu paladar.

Na horta
Ervas frescas fazem milagres na cozinha, mas raramente vamos além da salsinha, da cebolinha, do coentro e do manjericão. Sugiro a você experimentar duas ervas multiuso para variar os sabores do dia-a-dia.

A primeira é o alecrim. Na região italiana da Toscana, não há como cozinhar sem um galho de alecrim, mesmo que seja só para enfeitar a cozinha.As combinações clássicas para a erva são: carneiro, frango, carne de porco, pães e batata. Experimente colocar um galho de 10 centímetros na carne de panela ­ fica irresistível. A outra que indico sem pestanejar é a sálvia. De sabor levemente metálico, é par perfeito para ingredientes adocicados. Fatias de abóbora assadas com sálvia e um pouco de azeite, servidas com uma colherada de ricota fresca, ficam ótimas e compõem uma entradinha perfeita. Outra combinação clássica é com nhoque: troque o molho de tomate pelas folhas ligeiramente fritas na manteiga. Frango salteado na sálvia e uma maçã picadinha é outra delícia. Experimente e depois me conte o resultado…

Rita Lobo é chef de cozinha, pilota o site de receitas e dicas culinárias www.panelinha.com.br e acaba de lançar o livro Cozinha de Estar (Códex).


Relaxar é uma forma para não engordar

novembro 10, 2010

 A chave para perder peso pode não estar nos exercícios pesados e nas dietas rigorosas, mas no simples ato de relaxar. Duvida? A conclusão foi feita por pesquisadores israelenses que identificaram um gene que nos faz sentir vontade de comer – quando estamos sob estresse – doces e comidas gordurosas. O estudo foi publicado na revista especializada Proceedings of the National Academy of Sciences.

Segundo Alon Chen, um dos autores do estudo, os cientistas queriam descobrir por que a pessoas recorriam aos biscoitos calóricos quando se sentiam pressionados em casa ou no trabalho. Durante experimentos com ratos, eles perceberam que um determinado gene bombeia uma proteína chamada Ucn3 em momentos de estresse.

Produzida no cérebro, essa proteína afeta todo corpo, incluindo o coração, os músculos, o fígado e o pâncreas. Ela aumenta o apetite e afeta nosso grau de satisfação, além de alterar a maneira como o corpo usa a insulina, hormônio crucial para o processamento de açúcar em energia. Por essa razão, o gene descoberto estaria ligado não só à obesidade como também ao diabetes tipo 2.

Por isso, cuidado com seu nível de stress, alertam os cientistas. “O stress é bom quando você precisa lidar com um evento específico. Mas o sistema que responde ao stress precisa ser muito bem controlado”, afirma Chen, do Weizmann Institute em Israel. “Se altos níveis de stress são constantes, o risco é engordar e adoecer, adiciona”.

Obesidade infantil

O recém-inaugurado Ambulatório de Pediatria da Unicid (Universidade da Cidade de São Paulo) está oferecendo atendimento gratuito a crianças e adolescentes – entre 0 e 16 anos – que estão acima do peso, para orientar os pais sobre os riscos e tratamentos da obesidade.

Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a obesidade já atinge uma em cada três crianças entre 5 e 9 anos no Brasil.

No primeiro contato, serão realizadas entrevistas sobre os hábitos alimentares da família, a prática de atividades físicas e se há doenças associadas ao excesso de peso. Em seguida, a criança será submetida a um exame físico completo.

A equipe composta por alunos e professores vai elaborar um gráfico padronizado para medir o grau de obesidade, solicitar exames laboratoriais para rastrear as complicações do problema e montar um cardápio individualizado para a criança seguir.

http://saudeplena.com.br

 Fonte:Saúde Plena 3/11/2010


Aulão de Step neste sábado (06/11)

novembro 4, 2010

O Clube Perfformance arma mega aula de step para os seus alunos, neste sábado (06), às 10h, com os professores Eppa, Sílvio e Alexandre. Com 44 vagas disponíveis, a inscrições podem ser feitas na academia. O DJ Sardinha anima os malhadores comandando as pick ups e ainda haverá sorteios, mesa de frutas e distribuição de camisas.

 Todos lá!